Amelinha comenta sobre sua relação com os convidados do novo trabalho

Fagner

“Foi meu primeiro produtor, no disco Flor da paisagem (1977). Meu amigo, me estimulou a me profissionalizar como cantora. Eu gostava muito de brincar, era mais diletante em relação à musica. Achava complicado o meio musical e não sabia se eu queria gastar minha energia com isso. Existe um jogo dentro do showbiz que eu não curto muito, e você tem que satisfazer aqueles caras ao seu redor. Fagner foi um estímulo, inclusive ele espalhava para as pessoas que eu cantava. Mas hoje percebo que era um chamado de vida, que eu fui compreendendo aos poucos.”

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Toquinho

“Ele participou de um disco meu chamado Porta secreta (1980), em que cantamos Valsinha. Queria que ele estivesse de novo comigo, e ele se dispôs a sempre me acompanhar. É muito bom tê-lo no palco. A gente sempre foi muito amigos, ele se hospedava na casa do Vinicius em São Paulo e eu ia muito para lá. Eu tinha 24 anos, Vinicius gostava de conversar com a gente, enquanto Toquinho tocava violão. Era uma coisa muito boa.”

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Zeca Baleiro

“Sempre tive muita admiração por ele. Acho ele um grande pensador, um cara simples, mas forte. Baleiro é muito leve. Eu fiquei muito feliz. No disco de estúdio, gravei uma música dele chamada O silêncio. Mas ele não quis cantá-la no DVD, queria Asa partida, de Fagner e Abel Silva, que ele adora. No DVD, ele e Fagner fizeram uma surpresa para mim. Depois que participaram, foram ao camarim e voltaram para cantar Flor da paisagem.”

Matéria publicada no jornal Correio Braziliense em 15/04/2013

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/04/15/interna_diversao_arte,360154/amelinha-comenta-sobre-sua-relacao-com-os-convidados-do-novo-trabalho.shtml

 

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